O
"Relojão" é um ponto turístico da cidade de Londrina e frequentemente é
pensado como patrimônio histórico cultural. Localizado na parte
superior do edifício América foi construído na década de 60 e tanto o
relógio como o prédio(entre outras edificações) representam uma
importante memória da cidade, o apogeu do café.
Para pensarmos em patrimônio histórico cultural é necessário que o objeto patrimonializado proporcione a ideia de pertencimento, e ainda, o patrimônio histórico no uso educacional pressupõe observar a história que há na materialidade das coisas. O bem patrimonializado deve ser interpretado.
Que
dia é hoje? Que horas são? Estas são perguntas que escutamos todos os dias e é
comum utilizarmos o calendário e o relógio para respondê-las. Sem as datas e os
horários seria quase impossível viver, temos hora para entrar
na escola, para ir ao médico precisamos marcar com antecedência dia e
horário. Marcar ou medir o tempo é comum e necessário.
Mas será que sempre foi assim?
Para pensarmos em patrimônio histórico cultural é necessário que o objeto patrimonializado proporcione a ideia de pertencimento, e ainda, o patrimônio histórico no uso educacional pressupõe observar a história que há na materialidade das coisas. O bem patrimonializado deve ser interpretado.
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| Acervo: Museu Histórico de Londrina "Pe Carlos Weiss" |
Uma
grande parte da população nos dias de hoje vive nas grandes cidades e além do
relógio e do calendário estamos cercados de outros inúmeros instrumentos como o
computador, televisão, gps, celular, tablet etc. Mas nem sempre estes
instrumentos existiram. Em outro tempo a maior parte das pessoas viviam no
campo e a maneira que organizavam seu dia era diferente da nossa. A hora que
iriam acordar, quando iriam dormir, que hora iriam trabalhar, quando iriam
comer, tudo estava ligado a natureza. O
homem acordava quando o sol nascia e ia se deitar no por do sol, comia quando
tinha fome, através das estações sabiam quando era a época de plantar ou
colher, observavam quando as folhas começavam a cair ou quando as flores
começavam a nascer. O tempo era visto como um processo natural e os homens não
se preocupavam em medi-lo com tanta exatidão. 
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